27 fevereiro 2007

Perigo para o Linux

Recentemente foi lançado uma pesquisa com vírus para windows sendo rodado em linux através do wine. Sem sombra de dúvidas que isso deixos muita gente preocupada com a segurança do linux, afinal alguns vírus funcionaram quase que perfeitamente com o wine. E o mais preocupante dessa história é que pode haver uma reciclagem de vírus windows para o linux...

Talves só tenha um problema para os vírus serem realmente perigosos para o linux sendo executados pelo wine: a necessidade de chamar o comando wine para executá-los. Parece uma coisa boba isso que falei (por favor, me corrijam se eu estiver errado), mas até hoje, nas distribuições que usei, não era possível executar um executável windows sem passar o comando completo, por exemplo: wine setup.exe. Esse é mais uma dificuldade em se ter vírus para sistemas linux, porém o que pode ser feito é um script que execute o vírus com o wine automaticamente, mas esse script precisaria ser executado pelo usuário para ser executado. Com a notícia de que é possível "reaproveitar" os vírus do windows no linux, em breve devemos ver laguma tentativa real de infecção do linux por vírus. Agora é esperar...

23 fevereiro 2007

E funcionou...

Bom, o programa X-Setup mencionado no post anterior realmente funciona para acesar compartilhamentos que estão nos servidores de domínio ou em computadores que foram adicionados ao domínio. Vou colocar aqui uma breve descrição de como configurar isso, que é muito fácil.

Com o programa instalado, ao executá-lo irá abrir uma janele com várias opções, clique no botão Classic. Irá abrir uma nova janela. Nessa janela, vá em Network > Auto Login > Windows > Settings. Do lado direito irá aparecer os campos para preencher com o nome de usuário, senha e o domínio. Preencha todos os campos, clique em Apply Changes, feche o programa e faça logg of. Pronto! Agora você poderá acessar os compartilhamentos que estão dentro do domínio do seu windows xp home....

Fácil, né?

22 fevereiro 2007

Logando o XP Home no domínio

Quem leu alguns de meus artigos (sei que foram poucas pessoas) já percebeu que eu não gosto muito de windows, mas como esse é um blog de informática e não de linux, vou postar uma dica sobre windows :-)

Como muitos sabem, o windows xp home não permite que se faça logom no domínio, mas o programa X-setup promete fazer isso (e mais meio zilhão de outras coisas).

Bom, no momento ainda não testei essa funcionalidade, mas estou fuçando no programa para ver o que descubro. Mais tarde eu posto se ele realmente funciona ou não, e se funcionar, como fazer (se eu tiver tempo, claro).

16 fevereiro 2007

Adesklets

Bom, depois de alguns dias sem postar nada, voltei aqui para falar sobre o Adesklets, que é um gerenciador de miniaplicativos. E o que são esses miniaplicativos? Miniaplicativos são aplicativos voltados a somente uma função especifica (ou a algumas funções parecidas entre si) que ficam integradas ao desktop, fica parecendo que fazem parte do papel de parede, mas eles são dinâmicos e você pode interagir com eles. Com eles você pode, por exemplo, colocar um relógio mais inclementado em sua área de trabalho, ou um calendário, diversos monitores de hardware (como monitor de uso da CPU, monitor de conexão com a rede, monitor de temperatura da CPU e do chipset da placa mãe). Tem um dock bar (cita no post sobre interfaces leves), monitor de caixa postal de e-mail e muito mais coisas podem ser encontradas no site (bom, nem tantas coisas assim). Aqui tem um artigo sobre como instalá-lo.

Os miniaplicativos são desenvolvidos em python. Estava pensando em fazer um que utilizasse o programa mbmon par monitorar a temperatura da placa mãe e processador e as tensões da fonte, mas como não sei nada de python e agora, por causa da faculdade, não tenho tempo de aprender, fica aqui a idéia para quem conheça python de criar esse miniaplicativo.

Não há muito a se falar sobre adesklets, só quiz apresentar sobre o que ele faz e passar o link para o tutorial de instalação. E vou parando por aqui.

08 fevereiro 2007

A gerra contra o DRM

Estamos em época de guerra. Já faz muito tempo que o DRM é criticado por muitos, principalmente os defensores do software livre, e agora é a vez de Steve Jobs criticar e praticamente declarar guerra contra o DRM, como podemos ver nesta notícia do IDG Now.

Resumindo, ele diz que gostaria de verder musicas sem DRM no iTunes e pede para os usuários pressionem as grandes gravadoras para que elas retirem as exigencias de que suas musicas sejam vendidas com DRM na internet.

Bom, como tudo que vem do mundo Apple acaba tendo uma repercução exagerada, não é de se estranhar se acabar acontecendo uma revolução entre os usuários do iTunes e outras lojas virtuais de música, e esses usuários pressionem tanto as gravadoras e elas acabem cedendo, o que seria uma derrota imensa para os defensores do DRM... Mas acho que isso não acontece (em relação as gravadoras cederem).

O geito é esperar para ver se essa notícia vai causar alguma reação, e também que o senhor Gates imite o senhor Jobs e também de uma declaração a respeito de DRM, já que a turma da janela adora imitar a turma da maçã.

05 fevereiro 2007

Windows Vista...

Eu não me resisti em escrever algo sobre o Windows Vista. Em todos os meios de comunicação se tem falado muito sobre o novo sistema da Microsoft. Mas por que falar tanto disso???? Bom, na minha opinião, só por que é algo novo, acabado de sair do forno (apesar de ter ficado enfornado por vários anos).

Acabei de ler um artigo falando brevemente sobre se vale a pena instalá-lo por causa dos requisitos de hardware no site Hypercast. Aqui ousarei ir um pouco além disso.

Para mim, o que torna inviável instalar o Vista é primeiramente por ele ser windows (não gosto do windows por si só, mas vou tentar não falar mau dele aqui, até por que todos já sabem de seus problemas :-). Outra ponto interessante e crucial é o preço. Como se pode cobrar R$ 500 (acho esse não é o preço exato, mas chega bem perto) por um sistema operacional, ainda mais na versão mais basica???? Acredito que nessa versão venha apenas editores (notepad e wordpad, já conhecidos de todos), alguns joguinhos básicos para distração, algumas ferramentas essenciais ao sistemas, algumas frescurinhas, etc... Agora, sobre a versão mais cara (acho que chega a R$ 1000), será que vale a pena pagar uma pequena fortuna com a qual pode-se comprar outro computador (bem básico, mas é possível) ou um PDA, ou tantas outras coisas uteis (e algumas outras inúteis), só para ter janelas transparentes, troca de janelas em 3 dimessões, um Ctrl+TAB inclementado e uma porção de outras frescuras? Ainda mais se lembrarmos que temos tudo isso de graça, ou pelo menos por um preço bem menor, com o linux, é de se estranhar muito ver tantas pessoas comprando isso. Claro também que essas funções ainda estão em fase beta no linux.

Mas deixando o linux um pouco de lado, já que ele não é o sistema dos sonhos da maioria dos usuários "comuns", farei uma breve comparação com o iMac. Aqui temos um exemplo de uma iMac com uma excelente configuração pelo preço de R$ 5699,00. Um PC configurado na Dell com configuração recomendada segundo o artigo citado acima para rodar o Vista completo, com o mesmo processador utilizado no iMac acima e também com monitor LCD 17" sai por R$ 5299,00 (fora o frete). Considerando que o PC vem com o Windows XP Pro, que custa na faixa de R$ 500,00, para se trocar o XP pelo vista mais completo teriamos uma diferença de R$ 500,00 a mais. Conclusão, o PC com o vista mais completo sairia mais caro que o iMac, ou pelos menos num preço bem próximo, considerando que eu posso ter errado em alguma coisa. Então, comprar o vista é uma desvantagem econômica considerando que é possível comprar um computador e um sistema operacional de maior qualidade pelo mesmo preço (isso em uma média).

Outros motivos que inviabilizam a adoção do windows vista é em relação a DRM (explicado, com várias críticas, aqui) que, pelo que já li sobre ele, deve deixar muitos usuários de windows vista bastante insatisfeitos. E ainda restam os já "clássicos" e já esperados problemas de segurança e bugs que estão presentes em todos os produtos microsoft, apesar do Bill jurar de pés juntos que o vista é totalmente seguro e sem bugs...

Agora que o sistema esta ai sendo vendido é só esperar os usuários começarem a comentar sobre ele...

01 fevereiro 2007

Gerenciadore de janelas leves

Tenho testado alguns gerenciadores de janela mais leves em meu computador de casa.

Camecei
pelo Fluxbox. Em termos de levesa esse é um dos melhores, o pacote de binário para instalação não passa de 1 MB. Outro ponto bastante interessante é que se pode personalizá-lo completamente. Um ponto que não gostei é a falta de um "lançador de aplicativos" mais prático do que os menus que são acessados clicando-se no ambiente de trabalho com os botões do mouse. Não é muito prático, principalmente para quem costuma abrir várias janelas ao mesmo tempo. Tento essa dificulade procurei por um Dock animado que é um lançador de aplicativos como se fosse uma barra de tarefas com os icones dos plicativos nela igual ao que existe no Mac OS. Testei 2 docks.

O primeiro é um miniaplicativo do adesklets (adesklets é um gerenciador de miniaplicativos que você pode acrescentar a seu desktop, muito interessante, e eu recomendo, falarei mais dele em outro post) chamado yab, mas a principal desvantagem dele é que se maximizarmos as janelas ele fica escondido atrás dessas janela, o que o torna inviável para mim que costumo deixar todas as janelas maximizadas.

O segundo é o engage, que é parte integrante do projeto Enlightenment DR17 (ou somente e17).
Esse tem tudo que eu quero em um dock, é bonito, leve, integra-se ao ambiente de trabalho totalmente independente do gerenciador de janelas (isso mesmo, podemos utiliza-lo em qualquer gerenciador de janelas), mas é muito dificil de se comfigurar. Os icones utilizados nele não são simplesmente icones, mas sim arquivos especiais que devem ser compilados por um aplicativo fornecido juntos como e17. A distribuição nacional Dream Linux utiliza o engage, eu testei o engage nessa distribuição e havia um pequeno utilitário gráfico do e17 para se criar os arquivos para os icones do engage, mas na versão atual do engage esse aplicativo não é encontrado. Pelo que percebi deve-se gerar o arquivo de icone com um script em linha de comando, mas nas minhas tentativas não deu certo, e por não encontrar documentação sobre isso eu desisti de usar um dock animado. Quem sabe em um próxima versão o engage estaja mais "utilizável", ai voltarei a falar dele aqui.

Por não ter me adaptado muito bem so FluxBox, testei o Enlightenment DR17. Encontrei o projeto Slacke17 que nada mais é so que o e17 portado pra o slackware. A instalação dos binários é simples podendo ser instalados em conjunto por um script que vem junto com os pacotes, ou um a um com o installpkg. O e17 traz recursos muito interessantes que não são encontrados em nenhum outro gerenciador de janelas que eu conheça. O engage mencionado anteriormente é um desses recursos, outros bastante interessantes são icones animados, papel de parede animados, o entrance que é um gerenciador de login gráfico similar ao gdm ou kdm mas com animações, transparências nas janelas, entre outras coisas, e ainda é um gerenciador de janelas bem leve. O problema do e17 é que ele ainda esta em fase de desenvolvimento e apesar de se poder instalá-lo para usar ainda não esta maduro o suficiente, tendo mudanças grandes em seu código (lembra que falei que o engage em uma versão utilizava um aplicativo gáfico e depois deixou de usar?). Acredito que quando o e17 estiver em uma versão mais próxima de seu lançamento oficial será um ótimo gerenciador de janelas. Mas por ele ainda não ser totamente funcional desisti dele (pelo menos por hora).

Outro gerenciador de janelas que testei foi o XFCE. Ele não tem a levesa do FluxBox e nem os recursos do do e17, mas ainda sim é bastante leve e tem, em minha opinião, um acabamento bastante adimirável. O XFCE é um gerenciador de janelas para quem procura um gerenciador de janelas mais leve e mais simples, mas sem perder a usabilidade do ambiente. E minha opção para gerenciador de janelas foi o XFCE...

Mas independente de qual seja o gerenciador de janelas que utilizamos, sempre podemos incrementá-los. O adesklets citado acima, só para dar um exemplo) é um ótimo aplicativo para se fazer isso. Posívelmente falarei um pouco dele no próximo posts.